
Sabe como eu compro livros?
Olho sempre a lista dos mais vendidos....
E este é um deles, uma história fascinante que te leva a viver na Alemanha Nazista, na época em que Alemãos e Alemãos-Judeus ainda se "relacionavam".
Este livro conta a história não da rica alemanha, mas o outro lado, onde viviam os pobres.
A vida foi muito dura com Liesel Meminger, entregue a outra família pela própria mãe, uma menina, com medo do que a esperava... com um pouco de sorte encontrou um pai que a amou, uma nova mãe que provavelmente a amava, mas nunca demonstrou.. não era nada fácil ser chamada o tempo todo de Saumensch, ou Saukerl, ou Archloch, mas ela acabou se acostumando.
Ela participou da juventude Hitlerista, heil Hitler, não porque quisesse mas porque era assim. Seu amigo Rudy Steiner não via a hora que poderia matar o Füher. Sim, ela tinha um amigo, um amigo apaixonado por ela, uma paixão que eu diria única.. ele a tinha e a queria para a eternidade.
"Mas qualquer coisa era melhor do que ser Judeu. (Linha 3, pág. 147)"
Liesel e sua família conheceram a Alemanha Nazista e abrigaram um Judeu em seu porão, Max Vandenburg!
Talvez essa declaração seja suficiente pra causar curiosidade o bastante a ponto de ler este livro!
É uma história fascinante de compaixão, sem preconceitos, sem nem mesmo saber porque era tão importante só existir a raça Ariana, não creio que Liesel estivesse ligando pra isso.
"Minutos depois, Max Vandenburg estava no quarto, silencioso e opaco. O homem não respirava. Não se mexia. Mas, de algum modo, deslocou-se da porta para a cama e ficou embaixo das cobertas. (Pg. 180)"
"Assistiram a passagem dos judeus pela rua, como a um catálogo de cores. Não foi assim que a menina que roubava livros os descreveu, mas posso lhe dizer que era exatamente isso que eles eram, pois muito iam morrer. Cada qual me saudaria como sua última amiga verdadeira, com os ossos parecendo fumaça e as almas arrastando-se atrás. (pg. 341)
Olho sempre a lista dos mais vendidos....
E este é um deles, uma história fascinante que te leva a viver na Alemanha Nazista, na época em que Alemãos e Alemãos-Judeus ainda se "relacionavam".
Este livro conta a história não da rica alemanha, mas o outro lado, onde viviam os pobres.
A vida foi muito dura com Liesel Meminger, entregue a outra família pela própria mãe, uma menina, com medo do que a esperava... com um pouco de sorte encontrou um pai que a amou, uma nova mãe que provavelmente a amava, mas nunca demonstrou.. não era nada fácil ser chamada o tempo todo de Saumensch, ou Saukerl, ou Archloch, mas ela acabou se acostumando.
Ela participou da juventude Hitlerista, heil Hitler, não porque quisesse mas porque era assim. Seu amigo Rudy Steiner não via a hora que poderia matar o Füher. Sim, ela tinha um amigo, um amigo apaixonado por ela, uma paixão que eu diria única.. ele a tinha e a queria para a eternidade.
"Mas qualquer coisa era melhor do que ser Judeu. (Linha 3, pág. 147)"
Liesel e sua família conheceram a Alemanha Nazista e abrigaram um Judeu em seu porão, Max Vandenburg!
Talvez essa declaração seja suficiente pra causar curiosidade o bastante a ponto de ler este livro!
É uma história fascinante de compaixão, sem preconceitos, sem nem mesmo saber porque era tão importante só existir a raça Ariana, não creio que Liesel estivesse ligando pra isso.
"Minutos depois, Max Vandenburg estava no quarto, silencioso e opaco. O homem não respirava. Não se mexia. Mas, de algum modo, deslocou-se da porta para a cama e ficou embaixo das cobertas. (Pg. 180)"
"Assistiram a passagem dos judeus pela rua, como a um catálogo de cores. Não foi assim que a menina que roubava livros os descreveu, mas posso lhe dizer que era exatamente isso que eles eram, pois muito iam morrer. Cada qual me saudaria como sua última amiga verdadeira, com os ossos parecendo fumaça e as almas arrastando-se atrás. (pg. 341)
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